22.8.13

''Erotic Cult Presents''

''SEX HOT ''

O Verdadeiro Mundo Pornográfico , 2014 , Come on ! 



Produzido por Love Classic´s $ 


6.8.13

'DOMINATRIX'

Ficheiro:Maîtresse Françoise.jpg


 significa "mulher dominadora" ou "mestra") é uma mulher que exerce o papel "dominadora" em práticas de BDSM.


A Dominatrix profissional é a que exerce a profissão de realizar as fantasias de clientes submissos.

Elas podem também ser dominatrix em seu cotidiano, possuindo "escravo pessoal" sem compromisso profissional.

Mas muitas são apenas profissionais, e seguem esse emprego apenas pelo alto-pagamento… sem um real comprometimento com a sub-cultura BDSM.

Deve-se lembrar que o BDSM profissional não deve ser considerado prostituição, pois dominatrizes profissionais não estabelecem contatos sexuais com seus clientes.

A Dominatrix não-profissional, exerce a função de dominadora em seu cotidiano, ou seja, tanto dentro quanto fora de um quarto, com um escravo pessoal, que pode ser seu amigo/namorado.


O velho estereótipo de uma dominatrix é muito visto em filmes e clipes musicais.

Geralmente sua imagem é associada à roupas de latex/couro e botas de cano alto… ou lingeries, meias e salto alto.

Clipes musicais
"Erotica" de Madonna
"Not Myself Tonight" de Christina Aguilera
"Womanizer" de Britney Spears
"Toxic" de Britney Spears
"Venus in Furs" de The Velvet Underground
"Human Nature" de Madonna
"Cool and Unusual Punishment" de NOFX
"S&M Airlines" de NOFX
"Dominated Love Slave" de Green Day
"Computer Blue" de Prince
"Alejandro" de Lady GaGa
"Blood, Sex and Booze" de Green Day
"I Almost Told You That I Loved You" de Papa Roach
"Poison" de Nicole Scherzinger
"S&M" de Rihanna


Livros
Tomi Ungerer: Schutzengel der Hölle, Diogenes 1986
Annick Foucault: Françoise maîtresse, Gallimard 1994
Shawna Kenney: I Was a Teenage Dominatrix: A Memoir, Last Gasp 2002 .


EROTIC CULT 

5.8.13

'Nu Masculino'

Iniciando o mes de Agosto sobre a arte nu masculina.

O Nu masculino na história da fotografia , já começa com a própria história . 
Ficheiro:Muybridge disk step walk.jpg

Quando a fotografia começou a florescer, entre 1830 e 1840, sua principal função era retratar indivíduos. O que antes era acessível somente aos nobres, tornou-se comum entre todas as classes sociais.
Os fotógrafos perceberam que havia um mercado emergente. Assim, surgiu a comercialização de fotografias que retratavam objetos, casas, ruas, cidades, paisagens e, finalmente, os nus.

Para David Leddick, autor do livro The Male Nude (1999), a sociedade da época impôs a comercialização exclusiva de fotografias de nus femininos, com fins eróticos disfarçados sob uma ótica artística. Como a maioria dos homens não gostava de se ver nu, também não questionava se alguma mulher poderia admirar a beleza artística contida em um nu masculino. Muito menos se havia homens que pudessem admirá-los dessa forma.

Os primeiros nus masculinos na história da fotografia surgiram em 1872, com fins científicos. Nos Estados Unidos, o britânico Eadweard Muybridge uniu fotografias individuais, captadas separadamente, tornando visíveis as fases da locomoção, utilizando como modelos animais domésticos, além de mulheres e homens nus, inclusive ele mesmo.
Seus estudos foram publicados somente em 1887 e conquistaram uma comedida respeitabilidade científica, já que os modelos nus, principalmente os masculinos, representavam um escândalo.

A divulgação do escândalo de Muybridge serviu de estímulo a outros artistas, que não buscaram qualquer justificativa científica para fotografar ou utilizar fotografias de nus masculinos. Thomas Eakins, considerado o maior pintor norte-americano do século XIX, utilizou os trabalhos de Muybridge na composição de suas pinturas, mas foi forçado a renunciar ao cargo de professor da Academia de Belas Artes da Pensilvânia, por trabalhar com modelos masculinos nus em uma turma mista.


Na Itália, no final do século XIX e início do século XX, os alemães Barão de von Gloeden e seu primo Wilhelm von Plüschow fotografaram jovens rapazes simulando cenas da Grécia Antiga. Os modelos aparecem usando turbantes e sandálias, quase sempre expondo naturalmente suas genitálias. Como não tinham objetivo de servir de guia para pinturas, essas fotografias foram consideradas os primeiros nus masculinos com objetivo artístico puro e simples. As fotografias de von Gloeden e von Plüschow venderam muito, principalmente para turistas homens, em sua maioria homossexuais. Era inevitável que o nu artístico, nas mãos de uma sociedade hedonista, não fosse consumido por seu apelo erótico, pois tudo depende do olhar individual de quem o vê. Assim, esses e outros artistas publicaram inúmeros catálogos de nus masculinos que se tornaram um grande negócio até a Primeira Guerra Mundial.


No início do século XX, astros de cinema e da dança foram fotografados nus ou semi-nus sem que tivessem concordado com isso. Rudolph Valentino, Ramon Navarro e Nijinsky despertavam um enorme interesse entre homens e mulheres. Até a Segunda Guerra Mundial, a reprodução fotográfica de belos físicos masculinos, não necessariamente nus, se tornou tão comum que o hábito do culto ao corpo cresceu rapidamente. Esse comportamento contribuiu para o surgimento das primeiras revistas destinadas aos fisiculturistas. Porém, a venda destas revistas para homens e mulheres que não freqüentavam academias de ginástica, logo fez com que as fotos se tornassem cada vez mais sensuais e eróticas.

Não é difícil imaginar que este novo apelo dos nus ou semi-nus masculinos logo os deixasse sob a mira de governos, igreja e conservadores em geral. É por isso que a partir desse período as revistas de físico tornaram-se mais amenas e os nus masculinos restritos ao comércio ilegal.


A circulação paralela e ilegal do nu artístico masculino perdurou em muitos países até o final da década de 1960. Em 1968, a revista americana Grecian Guild Pictorial venceu uma ação na Suprema Corte dos Estados Unidos, que finalmente reconheceu essa modalidade de fotografia como arte. A profusão de revistas explorando o nu masculino, de apelo artístico, erótico ou mesmo pornográfico, cresceu vertiginosamente desde então.


Nas galerias, museus e espaços públicos, a aceitação do nu masculino na fotografia foi ainda mais lenta. Em 1978, uma exposição dedicada ao tema, na Marcuse Pfeifer Gallery, em Nova York, foi praticamente ignorada pelos críticos homens. Eles ainda viam o "nu masculino como um território restrito aos homossexuais e às feministas que queriam ver os homens em situação reduzida e vulnerável". O que mais incomodava os críticos eram os pênis à mostra.

Porém, como afirma David Leddick em seu livro, nesta época a produção já estava alheia aos críticos conservadores. Robert Mapplethorpe entrou a década de 1980 mostrando fotografias de belos homens nus, obtendo o reconhecimento da crítica internacional. De lá para cá, o nu masculino não causou mais grandes polêmicas nos países desenvolvidos.

Fotógrafos do nu masculino

Mulheres

Diane Arbus
Rosangela Betti (1946).
Laurie Toby Edison
Giorgia Fiorio (1967)
Nora Geist
Sarah Kent
Elena Landi (1968)
Grace Lau
Annie Leibovitz
Tiziana Luxardo
Dianora Niccolini
Patrizia Savarese
Collier Schorr
Elli Souyioultzoglou-Seraìdari ("Nelly") (1899-1998)
Ellen von Unwerth

Homens

A-D[editar]
Gian Paolo Barbieri (1938)
Amos Badertscher
Henning von Berg
Tom Bianchi
Joseph Caprio
A. Calavas
Pierre Commoy (de Pierre & Gilles)
Robert Cannon
F. Holland Day
Ken Duncan
Jean Louis Durieu
E-L[editar]
Thomas Eakins
Edgar de Evia
Hans Fahrmeyer
Aldo Fallai
Bernard Faucon
Jim French
Angelo Frontoni
Vincenzo Galdi
Wilhelm von Gloeden
Alair Gomes
Greg Gorman
Athen Grey
Oliver Hill (fotografo)
Herbert List
Blake Little
Bruce LaBruce
Elio Luxardo
George Platt Lynes
M-R[editar]
Robert Mapplethorpe
Gaudenzio Marconi
Will McBride
Rohn Meijer
Duane Michals
Tony Patrioli
Dino Pedriali
Wilhelm von Plüschow
Brad Posey
Herb Ritts
Frederick Rolfe
S-Z[editar]
Francesco Scavullo (1929-2004).
David Spingle
Jock Sturges
Bill Travis
Arthur Tress
Carl Van Vechten
Raymond Voinquel
Bruce Weber
Edward Weston
Minor White
Jerome Zerbe

Fotógrafos da era "beefcake"
Aguillaran studios.
AMG = Bob Mizer (Usa). [1]; [2]; [3].
Bob Anthony (Robert Anthony Dabrowski), (Usa).
Apollo / Apollo International / Zenith (Dick Fontaine).
Grégoire Arax (Francia). [4].
John Arnt of Seattle (Seattle, Usa). [5].
William Arnold.
Art-Kraft ("Jungle Red" e Frank Collier).
Athletic Model Guild (AMG). Ver: Bob Mizer (Usa).
Atlantic & Pacific Publications (Montreal, Canada).
Atlas-Trade (Jan Eyck).
John Barrington (UK) (John Paington 1920-1991). Ver também: Zodiac.
Bruce Bellas (Bruce of Los Angeles 1909-1974) (Los Angeles, Usa). [6]; [7].
Belga Studios (Bélgica).
James Bidgood (1936). Ver também: "Les folies des hommes" (New York, Usa). [8].
California Models / Cal Models (Usa) (Al McDuffie).
Capital studio (Vedi: Guyther) (Usa).
Jimmy Caruso.
Cavalier photos (Los Angeles, Usa).
Champion (Walter James Kundzicz). Ver também: "Take One" e "Master Physique" (Usa). [9]; [10].
Cecil Charles.
Cobra studio.
ColArt studio (UK).
Frank Collier. (Ver também: Jungle Red).
Constantine. (Ver também: Spartan of Hollywood) (Los Angeles, Usa).
E. Wallace Coombs.
Corporal of Canada (Canada). Ver também: Mark-One (Alan B. Stone).
Craig.
Rod Crowter.
D.
Bob DelMonteque (Usa). [11].
Les Demi Dieux (Usa). Também como: "Lyric studio" e "DOM". [12].
Gerald Desfosses (Canada).
Discus (ver: Guyther) (Usa).
Pete Dobing.
DOM = Lyric studio = Les Demi Dieux.
Douglas of Detroit (Lloyd Denfield, 1914-1994) (Usa). / Douglas Juleff. [13].
Eastern Models / Eastern Models Associates (Don Young e Dick Lee). (Usa).
Elmer Ebersol (Los Angeles, Usa)
Neil Edwards.
Dick Falcon.
Les folies des hommes. Ver: James Bidgood (Usa).
Juan Ferrero (1918-1958) / Jean Ferréro / Jean Ferrero (Francia).
Earl Forbes (New York, Usa). [14].
Força e saude (Brasil).
Foto-Grafo (Suécia).
Frisby (California, Usa).
Frontier Boys.
Galaxy (George Stockton) (UK).
Galerie Vitruvium.
Paul Gebbé (Robert Gebhart). (New York, Usa).
Luc Geslin (Canada).
Frank Giardina.
Graham.
Guyther (Anthony Guyther, anche come: Vulcan Studio, Discus e Capital Studio) (Usa).
Hills photography / Hills studios.
Hoffmann of Edinburgh (UK).
Homme.
HRM studios.
Hussar studio.
J. Brian of S. Francisco (Usa).
Jock.
Jungle Red. (Também como: Frank Collier e Art-Kraft).
Karoll of Cuba / Karoll of Habana (La Habana, Cuba).
Kelly, Raph (California, Usa).
Fred Kovert (Kovert of Hollywood - Los Angeles, Usa). [15].
Kris of Chicago / Kris Studio (Chuck Renslow, Chicago, Usa). [16]; [17].
Tony Lanza (Usa).
Mike Liscio.
Lon of New York (Alonso "Lon" Hanagan (1911-1999), New York, Usa) [18]; [19].
Lyle (California, Usa).
Lyric studio. Anche come "Les Demi Dieux" e DOM.
Male today.
Malibu Studio.
Mark-One (Alan B. Stone). Também como: "Corporal of Canada" (Canada).
Dave Martin (San Francisco, Usa). Também como: Stanford StGeorge. [20]; [21].
Master Physique (Ver: Champion - Walter James Kundzicz). (Usa).
Merrimac Hill Studio.
Meteque studio.
Michigan Models (Usa).
Milo of Los Angeles / Pat Milo (James Patrick Milo 1911-1969), Usa. [22]; [23].
Bob Mizer (AMG / Athletic Model Guild). (Usa),
Cliff Oettinger (Usa).
Pacific Film.
John Palatinus.
Peppino di Torino (Torino, Italia).
Plato.
George Quaintance (Usa). [24].
Quirk.
R. A. Entrerprises.
Riviera Boys.
Mel Roberts (Los Angeles, Usa). [25].
Roy.
Royale.
Troy Saxon studios (Stuart Rosenberg, Kansas City, Usa).
Scott.
Jack Sidney.
Spartan of Hollywood / Spartan Studios. (Também como: Constantine) (Los Angeles, Usa).
Spectrum film (Cincinnati, Usa).
Stanford StGeorge. Ver: Dave Martin (Usa).
Stan of Sweden (Suécia).
Sunshine Beach Club. Vedi: Champion (Usa).
Swen / Swen Swede (Suécia).
Take one (Walter James Kundzicz). Também como: "Master Physique" e "Champion" (Usa).
Target Studio (Lou Thomas) (Usa).
The Sofisticate.
T.H.E.M. Ver: Champion (Usa).
Times Square Studio.
Titan studio.
Togof (Melvin Sokolsky).
Tyc studio.
Underwood photo guild.
Al Urban / Urban of London / Urban of Los Angeles / Urban of Hollywood (New York, Chicago, Los Angeles - Usa e London - UK)
Van Eyck.
Van Loon Studio.
Vince of London (UK). [26].
Vulcan Studio (Ver: Guyther) (Usa).
WalJim. Ver: Champion (Usa).
Russ Warner (San Francisco, Usa). [27]; [28].
Joe Weber.
Don Whitman (Western Photography Guild; WPG). (Denver (Colorado), Usa). [29].
Avery Willard (Avery Willard Parsons, 1921-1999) / Willard Studio [30].
Vic White.
WPG. Vedi: Don Whitman (Usa). [31].
Don Young.
Zenith / Apollo (Dick Fontaine).
Zodiac. Ver: John Barrington (UK).


Para mais informações acesse vintagebeleza.blogspot.com . 


BY EROTIC CULT 


29.7.13

''Roupas de Pvc''

Ficheiro:Men's black PVC pants 01.jpg


 também conhecidas como roupas de vinil, são vestimentas plásticas brilhantes confeccionadas com o plástico policloreto de vinila (PVC). A sigla PVC vem da língua inglesa, e deriva das iniciais de polyvinyl chloride, que é o nome dado a este tipo de plástico naquele idioma. O plástico PVC também é chamado de vinil, e, por esta razão, as roupas de PVC também são chamadas de roupas de vinil. As vestimentas de PVC são muitas vezes confundidas com roupas de couro brilhante.
Os termos "PVC", "vinil" e "PU" tendem a ser usados indistintamente por varejistas de roupas feitas de tecido revestido de plástico brilhante. Estes tecidos geralmente consistem de um suporte em tecido de fibras de poliéster com um revestimento de superfície de plástico brilhante. A camada de plástico em si é tipicamente uma mistura de PVC e poliuretano (PU), com 100% de PVC para produzir um tecido duro, com um brilho lustroso e 100% de PU para produzir um tecido elástico, com um brilho sedoso. A etiqueta do fabricante pode dizer, por exemplo, 67% de poliéster e 33% de poliuretano para um tecido que não contenha PVC, ou 80% de policloreto de vinila e 20% de poliuretano, com omissão da referência do suporte de poliéster. Para aumentar a confusão, a camada de plástico é muitas vezes texturizada para ficar semelhante a couro, ao invés de ser brilhante.
O PVC também pode ser produzido em cores brilhantes (preto, vermelho, branco, azul, laranja, rosa, prata, listrado, etc), acrescentando ainda mais estímulo visual para as sensações físicas produzidas pelo material. As cores mais freqüentes são o preto e o vermelho. As roupas de PVC são muito associadas com o visual retrofuturista, gótico, punk, e com modas alternativas e fetichistas. Um estereótipo comum é a imagem de uma dominatrix vestindo um catsuit bem apertado de PVC, geralmente na cor preta. Em algumas cidades, é mais comum ver pessoas vestindo roupas de PVC, especialmente em grandes cidades como Berlim, Londres, Nova York, Montreal, São Francisco, etc
Ficheiro:PVC jacket.jpg

Os plásticos foram utilizados no vestuário desde a sua invenção, em particular na fabricação de capas de chuva impermeáveis. Mas as roupas de PVC tornaram-se mais notáveis nas tendências da moda da década de 1960 e do início da década de 1970. Os estilistas da época, principalmente André Courrèges e Pierre Cardin, viram o plástico PVC como o material ideal para desenhar roupas futuristas. Durante aquela época, botas, capas de chuva, vestidos e outras roupas de PVC foram confeccionadas em várias cores e até mesmo transparente, e utilizadas em lugares públicos. Naquela época também era comum ver roupas de PVC em filmes e séries de TV, como The Avengers, por exemplo. E, desde então, estas roupas plásticas brilhantes tornaram-se um objeto de fetiche.
Em meados da década de 1990, roupas feitas de PVC foram predominantes na moda dos jovens, especialmente em jaquetas, saias e calças, aparecendo também nos meios de comunicação. Durante meados dos anos 1990, era comum ver apresentadores, modelos, atrizes , atores, cantores e outras celebridades vestindo roupas de PVC na TV ou em revistas. Como a moda é cíclica, indo embora e voltando outra vez, parece que o PVC está aparecendo novamente na moda, e também continua a ser o centro da cena fetiche.

Roupas de PVC nos meios de comunicação

Em uma cena do filme "Two for the Road" (1967) a atriz britânica Audrey Hepburn aparece vestindo um terninho preto de PVC desenhado por Paco Rabanne.


No vídeo musical chamado Scream (1995), Michael Jackson e sua irmã Janet Jackson usavam calças pretas de PVC.


Também em 1995, a cantora canadense Shania Twain usava calça preta de PVC no vídeo musical chamado "You Win My Love", de seu álbum The Woman in Me.


Também em 1997, no vídeo musical de Shania Twain chamado Man! I Feel Like a Woman!, os músicos apareceram vestindo calças pretas de PVC.
Ainda em 1997, a cantora mexicana Thalía cantou e deu entrevistas no programa Domingo Legal do SBT vestida em uma calça preta de PVC.


O grupo pop britânico dos anos 1990 chamado Spice Girls freqüentemente usou roupas de PVC em suas apresentações.

Nos últimos anos, as roupas de PVC têm aparecido nos meios de comunicação, em filmes como a trilogia Matrix, nas séries de televisão, vestindo cantoras como Britney Spears , Nicole Scherzinger , Jennifer Lopez  ou mesmo nas tendências da moda.


Cuidados com as roupas de PVC
Roupas de PVC exigem alguns cuidados para durarem por mais tempo mantendo a aparência de novas. É sabido que as roupas de PVC são feitas com um tecido revestido com uma camada de plástico. Por esse motivo, as roupas de PVC não devem ser esticadas excessivamente, para evitar danos à camada de plástico. Quando a roupa de PVC é esticada demasiadamente, a camada de plástico perde sua textura suave, fica estriada, perdendo parte do brilho original, e podendo até rasgar.

As roupas de PVC não precisam ser lavadas constantemente, bastando, na maioria das vezes, aplicar um higienizador de tecidos do lado de dentro da roupa e limpar o exterior (camada de plástico) com uma esponja úmida. Se houver necessidade, as roupas de PVC devem ser lavadas à mão com água morna e uma pequena quantidade de detergente líquido. Não deve ser utilizado sabão em pó, porque os flocos podem permanecer na roupa depois da lavagem, e também podem perfurar a camada de plástico.
Para remover o detergente deve-se usar água fria. Depois de lavada, deve-se virar a roupa no avesso e colocá-la para secar à sombra. Após a secagem do interior (tecido de poliéster), deve-se desvirar a roupa na direção certa para que ela seque do lado de fora (camada de plástico).

Roupas de PVC nunca devem ser passadas. Este tipo de vestuário é confeccionado com plásticos sensíveis ao calor, e que podem derreter sob o ferro. Também devem ser evitadas as temperaturas elevadas de qualquer fonte, tais como fogo, secadoras de roupa e até a proximidade de cigarros acesos. Em uma festa cheia de gente, por exemplo, pode ocorrer contato entre uma pessoa que esteja segurando um cigarro aceso e uma pessoa que esteja vestindo roupa de PVC. Se o cigarro aceso tocar a roupa de PVC, a camada de plástico certamente irá derreter e ser perfurada pelo cigarro. Os gases provenientes da queima do plástico PVC são perigosos.
Diferentes peças coloridas de vestuário de PVC, especialmente as brancas, devem ser armazenadas separadamente uma da outra, caso contrário, uma roupa de uma determinada cor pode manchar outra de cor diversa. As roupas de PVC são melhor armazenadas pendurado-as em um saco plástico próprio para roupas, sem contato com outras vestimentas que porventura estejam no guarda-roupas.
O tecido utilizado nas roupas de PVC é poliéster revestido de plástico. O vestuário de PVC não requer a utilização de quaisquer produtos para permanecer brilhante. No entanto, as roupas de PVC podem ser polidas, se desejado, com pulverizadores de silicone líquido, que estão disponíveis em lojas de acessórios automotivos.

Eu estou louca por essas roupas de PVC .  É muito interessante em homens . Estou começando a ter fetiche por homens de PVC .  E Usaria com certeza essas roupas . Combina com meus gostos pessoais .  E voces usariam ??????

BY EROTIC CULT 

24.7.13

''Abertura Sex HOT''

O Sex Hot começará em Novembro , que é sobre os perfis e biografias das PornStars . 
E Terá ilustrações e curiosidades .
Assistam á esse vídeo abaixo , que foi através dele que eu assisti e busquei saber de todos eles . 
É muito importante para o meu blog e vou abrir ''Sex Hot'' com esse vídeo que é um memorial do mundo porno . 

Em Breve ! 


By Erotic Cult 

22.7.13

Playmate : 1955-56

Marguerite Empey , conhecida como  Diane Webber foi uma modelo americana, dançarina e atriz.
Sob o nome de Marguerite Empey ela foi Playmate do Mês da revista Playboy maio 1955 e em fevereiro de 1956. As fotos de sua aparência em 1956 foram levadas por macio núcleo pornô diretor Russ Meyer.

Erotic Cult